BATE PAPO COM LUCAS, BANDA CRUSHING


Um resumo da história da banda Crushing:
Lucas:A banda surgiu  no verão de 2013 sob a proposta de tocar thrash metal mas com o tempo fomos migrando para algo mais heavy metal e sem perder a velocidade, então, chegamos ao Speed metal que encaixou perfeitamente no que queremos fazer hoje em dia. Tentamos abordar de tudo em nossas composições, de algo cotidiano a uma batalha que rolou a séculos atrás. A Crushing foi formada por mim (Lucas More) no vocal e Estevan Ardele na bateria, que logo em seguida arrastou Marcus para a guitarra e Esteban para o baixo. Estevan saiu no mesmo ano de formação e Esteban o paraguaio sai dois anos depois e tive que assumir o baixo também, desde então, muitos passaram pela banda, até que em 2017 Estevan retorna. Ficamos um tempo tocando em alguns shows como powertrio, porém com a necessidade de mais um membro para melhorar a sonoridade, recrutamos Lucas Kblo e hoje em dia estamos trabalhando para compor novas músicas visto que nosso set list ainda é limitado para um fullalbum.
Os integrantes.
Lucas: Lucas Lionheart (baixo/ vocal), Marcus Troll (guitarra e backing vocal), Lucas Kblo (guitarra) e Estevan Ardele(bateria).
Como você define o cenário underground para as novas bandas que estão surgindo na cena?
LucasAs novas bandas estão bem engajadas no som que executam, mas, o público para essas bandas estão meio dispersos e escassos, a causa disso reúne vários fatores, um deles é a falta de interesse das pessoas, mesmo que gostem muito de uma banda – que seja local e/ ou menos popular-  preferem não adquirir o material dela por achar caro e não querem ir aos shows porque a entrada não é 0800 tornando o trabalho de manter a banda totalmente desanimador. O que mantem uma banda underground no underground é a paixão pela música mesmo, mas é claro que toda banda pensa em crescer e ganhar popularidade e ter um reconhecimento merecido. A cena é feita por amigos que se interagem e fazem o movimento underground se perpetuar, ainda há isso e é por isso que a cena ainda não está morta...eu digo que está passando por uma nova fase.
Em relação a cena em si, tipo, os músicos e outras bandas, como é a relação de vocês nesse aspecto?
Lucas: Por mais que tenhamos pontos divergentes em nossas opiniões, somos camaradas e nos apoiamos comumente para manter o respeito e a postura profissional. Há alguns casos de algum vomitar regrinhas absurdas, mas isso está se perdendo com o tempo, a moçada está mais esperta e ciente de que o som é o mais importante e é o que nos une e não a ideologia.
O cenário underground em Brasília é melhor e mais apoiado do que o cenário de outros estados?
Lucas: Não diria que é melhor e muito menos pior, acho que, assim como na maioria dos estados temos nossos altos e baixos e ainda estamos nos redescobrindo como cena local.
O grande problema muitas vezes são as bandas que não se dedicam e não levam a sério suas músicas. O que você pode dizer da Crushing?
LucasEu digo que não somos crianças em um parquinho de diversões, somos homens que se divertem com um trabalho sério que é manter uma banda na ativa. Temos todo um controle e responsabilidade do que fazemos dentro e fora da banda, e nos dedicamos muito as composições para que saiam boas não só para os nossos ouvidos, mas também as outras pessoas.
Heavy metal ou Thrash metal? Como você define a banda?
Lucas: Diria que, hoje em dia está mais heavy, mas com a fúria do Thrash Metal.
Em relação aos festivais, cite alguns que vocês participaram.
Lucas: Participamos do União Metálica em BH ao lado da lendária Truster (esse foi nossa estreia nos palcos), participamos de um show na sede dos Abutres aqui mesmo na cidade (DF com várias bandas de estilos variados.
Deixe uma mensagem para a galera roqueira.
LucasObrigado pela oportunidade Romário.

 Agradeço a todos que estão nesse universo maneiro que é o do rock´n roll. Valeu pela atenção e apoio de cada um, e acredito que todos nós fazemos a diferença para que a chama da musica pesada esteja sempre acesa!









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