Em abril de 2008, com a criação da banda Arandu Arakuaa, fez com que o rock ‘n’ roll brasileiro ganhasse um diferencial, o toque indígena e regional brasileiro. Esse grupo mescla rock pesado com a música indígena e regional brasileira, com composições em tupi antigo, xavante e xerente.
FORMAÇÃO: A banda é composta por Nájila Cristina (Vocais/Maracá), Zândhio Aquino (Guitarra/Viola Caipira/Vocais/Teclado/Instrumentos Indígenas), Saulo Lucena (Contrabaixo/Vocais de Apoio/Maracá) e Adriano Ferreira (Bateria/Percussão).
“O forte da nossa vocalista é o gutural, uma técnica agressiva incomum para mulheres. Eu canto como um pajé, com voz mais rouca, e ainda temos um baterista negro. Além de mim, que nasci no Norte e sou descendente de índios, temos integrantes filhos de nordestinos. Tudo isso gera uma série de questionamentos por fugir do padrão do branquelo cabeludo”, conta Zândhio.
As inspirações para as músicas são as lendas, ritos, lutas e o cotidiano dos Povos indígenas do Brasil. Há também um instrumento idealizado pelo compositor, a guitarra viola, que possui dois braços, sendo o braço superior uma viola caipira e o inferior uma guitarra.
Podemos dizer que a banda Sepultura foi o divisor de águas do metal em relação a cultura indígena brasileira.
Outra banda brasileira que explora a temática indígena é a banda de Macapá, Morrigam. Embora também busquem inspiração em outras culturas, a fonte principal é a mitologia nacional, de origem indígena.
FORMAÇÃO: A banda é composta por Nájila Cristina (Vocais/Maracá), Zândhio Aquino (Guitarra/Viola Caipira/Vocais/Teclado/Instrumentos Indígenas), Saulo Lucena (Contrabaixo/Vocais de Apoio/Maracá) e Adriano Ferreira (Bateria/Percussão).
“O forte da nossa vocalista é o gutural, uma técnica agressiva incomum para mulheres. Eu canto como um pajé, com voz mais rouca, e ainda temos um baterista negro. Além de mim, que nasci no Norte e sou descendente de índios, temos integrantes filhos de nordestinos. Tudo isso gera uma série de questionamentos por fugir do padrão do branquelo cabeludo”, conta Zândhio.
As inspirações para as músicas são as lendas, ritos, lutas e o cotidiano dos Povos indígenas do Brasil. Há também um instrumento idealizado pelo compositor, a guitarra viola, que possui dois braços, sendo o braço superior uma viola caipira e o inferior uma guitarra.
Podemos dizer que a banda Sepultura foi o divisor de águas do metal em relação a cultura indígena brasileira.
Outra banda brasileira que explora a temática indígena é a banda de Macapá, Morrigam. Embora também busquem inspiração em outras culturas, a fonte principal é a mitologia nacional, de origem indígena.



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