Em 2013, Nanndo, Tiago e Francis estavam em um projeto
musical fora da vertente do rock, com a falta de adaptação no projeto e o amor
que nós tínhamos pelo rock, decidimos montar um “Power Trio” chamado BadRock
para fazer o quê gostamos. Na época da BadRock, nós só tocamos covers no
intuito de se divertir, nada levado a sério.
Até que surgiu uma composição de Nanndo Linns intitulado
“I’m the King e Bem-Vindos” que passamos a pensar em levar com seriedade esse
projeto.
Somos
Nanndo Linns (Vocal – Guitarra), Tiago Oliveira (Baixo),
Oliva (Guitarra) e Francis Nascimento (Bateria)
Fazemos Rock n’ Roll
Um pouco da nossa trajetória.
Em 2014, com o amadurecimento da banda, chamamos mais
dois integrantes , Claudinho Andrade e Joell Santos e mudamos o nome da banda
para “BeHind”. Nessa fase já tínhamos mais composições e gravamos o nosso
primeiro EP chamado “Não sou Herói”. Nessa fase, apostamos mais no rock
melódico como nas músicas “Não sou herói, Tá Esperando o Quê e Primeira Vez”.
Realizamos diversos shows nas casas de shows em Salvador (Dubliners Irish Pub,
Taverna Music Bar, Buk Porão e etc.) além do projeto “Bem-Vindos ao Reino
Behind” realizado em 2015 no Pelourinho nas praças Pedro Archanjo e Tereza
Batista nos meses de outubro, novembro e dezembro convidando as bandas da cena
local para o fortalecimento e o reconhecimento das bandas de Rock da Bahia. No
fim de 2015, com a saída de Claudinho e Joell da banda, Oliva assume as
guitarras da banda e novamente mudamos o nome da banda para “Lúpulla”. com a
mudança de nome, mudamos a pegada da banda, focamos mais no som mais pesado,
vindo do hardcore até o metal sem deixar algumas músicas melódicas também, com
isso, fizemos diversos shows no ano de 2016, uma das bandas que mais tocou no
cenário underground de Salvador e com esse reconhecimento, entramos na grade do
Palco do Rock de 2017 que o maior festival de Rock independente do Brasil.
Nossas influências.
Cada um da banda tem sua influência, isso ajuda muita nas
composições e arranjos na Banda
Nanndo Linns: A
maior influência é o meu pai Fernando Lins (Vocalista do The Snakes), Nirvana,
System of a Down
Tiago Oliveira:
Passei a tocar baixo por “culpa”dessas feras Flea (RHCP), Robert Trujillo
(Metallica) Champignon (CBJr.), Heitor Gomes (ex-CBJr – ex-CPM22), Fieldy
(Korn)
Francis Nascimento:
Grunge em geral
Oliva: George Harrison (The Beatles), John Frusciante
(RHCP) são as minhas maiores influencias
Fale um pouco sobre o cenário rocker aqui na Bahia.
Existem varias
bandas excelente no cenário, tem um grande público, o que falta mesmo é apoio e
união das bandas, uma banda querendo ser maior que a outra, uma parte do
público que só acompanha aquela banda que já está mais estruturada, tem que apoiar
as bandas em geral, tanto quem está começando tanto as bandas que está
estruturada, enquanto não houver união (principalmente das bandas), continuará
um cenário fraco, defasado e sem apoio, mas uma coisa é certa, o rock baiano
nunca vai morrer!
Álbum da banda.
Estamos no estúdio gravando nosso primeiro CD oficial
intitulado “Bons Pecadores” que em breve estará rodando em mídias digitais.
Sonhos e conquistas.
Nossa primeira conquista foi tocar no Palco do Rock 2017
pois era um festival que batalhamos e suamos muito para conseguirmos tocar e
foi uma maior honra e gratidão de tocar nesse incrível festival. A nossa espectativa é tocar em grandes festivais pelo Brasil e pelo mundo, tocar em
programas de TV e levar a nossa música, nossa mensagem para
o mundo .


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