Autoafirmação da mulher negra na cultura é debatida na Bienal do Livro

Jovens e veteranas negras produtoras de cultura tiveram espaço na 17ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro. No espaço Cubovoxes, o debate com jovens criadores abordou a questão da autoafirmação enquanto negra, tratada no conto MC K-bela, de Yasmin Thainá, que deu origem ao filme curta-metragemKbela.
Yasmin, que também dirige o filme, disse que o conto, publicado no primeiro livro da Festa Literária das Unidades de Polícia Pacificadora (Flupp) e posteriormente disponibilizado na internet, partiu de um sentimento comum às meninas negras com dificuldade em aceitar suas características naturais, por causa de tantas manifestações racistas que ouvem constantemente, inclusive na própria família.
O nome é uma integração entre as palavras cabelo e beleza. Já o filme, segundo a cineasta, é uma extensão do projeto, idealizado depois das centenas de depoimentos recebidos de mulheres negras de todo o país.
Ver mais em:

Comentários