MARCHA HUMANA E DECLÍNIO AMBIENTAL

Países do mundo inteiro criam áreas de preservação para evitar a extinção de espécies e ecossistemas, mas a simples delimitação de espaços não trará de volta um mundo intocado, sem as intervenções do homem. O problema só será solucionado por meio da integração entre a natureza selvagem e as paisagens modernas.

A biodiversidade  na terra segue em rápido declínio. Continuamos a perder florestas na Àfrica, Àsia e América Latina. Há poucos tigres e macacos selvagens que, muito em breve, se as tendencias atuais se mantiverem, esses animais estarão extintos. Direto ao ponto: perdemos muito mais lugares e espécies do que salvamos. ironicamente, a conservação está sendo nocauteada na luta para proteger a natureza e vencer  uma de suas batalhas mais duramente travadas- o embate pela criação de parques e áreas selvagens. Ao mesmo tempo que espécies e lugares desaparecem em ritmo crescente, o número de áreas protegidas ao redor do mundo cresce de maneira impressionante. No mundo todo, países delimitam áreas onde o desenvolvimento humano é restrito, na tentativa de preservá-las.

"As ambições do conservacionismo beira o irreal. Interromper o desmatamento na Amazônia cuja área é um pouco menor do que o território continental dos Estados Unidos, é possível? Cercar o Vale do Yosemite não é o mesmo que cercar a Amazônia"




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